Hans Christian Andersen nasceu numa família humilde em 1805, em Odense, na Dinamarca. O seu pai, que era sapateiro, estimulou-o na leitura dos clássicos e no gosto por contar histórias. Aos 14 anos partiu sozinho para Copenhaga, atrás dos seus sonhos. Em 1831 publica a primeira coleção de poesia e em 1833 recebe uma bolsa de viagem e parte para a sua primeira grande aventura pela Europa, que refletiu no seu lema “Viajar é viver”. Nunca teve casa própria, e apesar de várias paixões, nunca se casou. Quando não estava em viagem, ficava alojado em quartos de hóspedes ou em casa de amigos ou conhecidos. Quando saía em visitas ou jantares, as crianças gostavam de se sentar a ouvi-lo contar histórias e vê-lo fazer os seus fascinantes recortes de papel. Escreveu mais de 150 contos, pelos quais se tornou internacionalmente reconhecido. Inspirou-se muitas vezes em histórias tradicionais e desenvolveu o seu próprio estilo, especialmente nos contos que envolveram animais, plantas e objetos personificados. Não só foi produtivo nesse género mas também escreveu romances, peças, relatos de viagem – incluindo Uma Visita a Portugal em 1866 – e poemas, alguns dos quais foram musicados e são ainda hoje populares na Dinamarca. Faleceu
em agosto de 1875, em casa de bons amigos, em Copenhaga.
As sereias já existiam na mitologia antiga, onde os seus cantos confundiam os marinheiros. Mas elas não eram boas como esta pequena sereia, que tanto sofreu por amor e quis ter uma alma imortal. Este livro reúne três contos de Hans Christian Andersen em nova tradução: cada conto convida o leitor, seja qual for a sua idade, a uma viagem a mundos encantados, que nos sugerem que nem tudo o que os nossos olhos vêem é realidade . . . nem a vista a consegue apreender completamente.
Coleção: Mundo Encantado
Autor: H. C. Andersen
Idioma: Português
Medidas: 139×210 mm (capa mole c/ badanas)
Páginas: 106
Editora: TEGNER-publishing, Lda
Chancela: CARRACK books
Primeira edição: Abril 2025

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